Chevrolet Malibu chegou em junho ao Brasil por R$ 89,90 mil (Valor em SP com variação motivada pelo Dólar)
Modelo já foi visto rodando em Canoas-RS dia 12/08 e sinceramente o veículo impõe respeito ao mesmo tempo em que chama atenção pela novidade.
O Chevrolet Malibu é o concorrente direto do Ford Fusion no Brasil. Sendo importado a partir de junho de 2010, configura-se como uma alternativa interessante ao sedã de luxo da Ford. O Malibu é um carro completo e que não tem pontos fracos evidentes. Em comparativos feitos por sites e revistas estrangeiras, o Malibu conseguiu um feito que poucos carros americanos conseguiram: encarar concorrentes de peso como Honda Accord, Toyota Camry, Nissan Altima e Mazda61i Sport.
A missão do Malibu no Brasil é penetrar no mercado dominado por Fusion, Jetta, Azera, e em um nível mais elevado, Accord e Camry. O Malibu tem um estilo conservador, no qual os projetistas procuraram evitar inovações excessivas, porém elegante e contemporâneo. Nesse aspecto ele difere tanto dos Accord e Camry, quanto do Fusion, carros que vieram com inovações visuais que nem sempre são consideradas de bom gosto. O Malibu não inova, mas também não comete nenhuma gafe estilística.
A estrutura do Malibu foi projetada pela Cadillac, e carrega o DNA da divisão de alto luxo da companhia americana. Por outro lado, o pára-brisa inclinado, os extensos painéis de portas com pequenas luzes laterais, e a porção traseira musculosa parecem ser inspirados positivamente nos Lexus.
As linhas clássicas e atraentes estão presentes também no interior do carro. Os interruptores têm a aparência dos encontrados nos Toyota Camry, o que indica um nível de acabamento compatível com sua classe. Os acentos dianteiros são confortáveis e os revestimentos dos bancos oferecem um apoio lateral adequado.
O Malibu é extremamente preocupado com o conforto de seus ocupantes, flutuando sobre as ondulações do asfalto como um creme de leite sendo derramado sobre morangos. Apesar de a condução esportiva não ter sido o principal objetivo do projeto do Malibu, o fato é que o Chevrolet tem um comportamento dinâmico tão refinado que lhe coloca no topo de uma comparação direta contra Fusion, Accord e Camry.
Se formos fazer uma classificação entre estes sedãs disponíveis no Brasil, poderíamos dizer que o Ford Fusion ficaria em quarto lugar, atrás do Honda Accord, em terceiro, e depois Toyota Camry - segundo lugar, todos atrás do Malibu em primeira posição.
A julgar pelo que o Malibu apresenta nos Estados Unidos, o sedã da GM tem tudo para criar sérios problemas para o Ford Fusion, e incomodar seriamente Honda Accord, Toyota Camry, VW Jetta e Hyundai Azera.
Ficha técnica
Chevrolet Malibu LTZ
Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 2.384 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto seqüencial.
Transmissão: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 171,3 CV a 6.400 rpm.
Torque máximo: 22,1 kgfm a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 88,0 mm X 98,0 mm. Taxa de compressão: 10,4: 1
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com amortecedores telescópicos hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira independente com quatro braços articulados, molas helicoidais, amortecedores telescópicos e barra estabilizadora. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás.
Oferece ABS, EBD e assistente de frenagem de emergência.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,87 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,45 m de altura e 2,85 m de distância entre - eixos. Oferece airbags duplo frontal, laterais e de cortina.
Peso: 1.582 kg, com 426 kg de carga útil.
Capacidade do porta-malas: 428 litros.
Tanque de combustível: 61,7 litros.
Produção: Fairfax, Estados Unidos.
Lançamento da atual geração: 2007 nos Estados.
O jovem e seu mundo – escola e família.
O jovem é e sempre foi visto como sendo um problema na sociedade, na família e na escola, mas nunca se questionou por que ele é um problema, quais as causas e a razão de ele ser considerado assim. Por que rotulamos os jovens desta forma? Quem está errado? Existem culpados?
Todos já nos demos conta que o ciclo vital da adolescência é cheio de turbulências, mudanças e perturbações emocionais devido à busca do jovem pela sua identidade pessoal. Pais e professores precisam pensar em meios de como tornar esse momento favorável ao sistema e ao jovem que passa por este momento de querer ir ao encontro de si mesmo.
Em cada ciclo vital do sujeito, o contexto em que ele estiver inserido deverá promover flexivelmente certas alterações para poder reorganizar-se perante as mudanças de um ou mais membros deste sistema.
O que as pesquisas nos têm mostrado e até mesmo em nosso dia a dia é que os padrões de interação estabelecidos, sejam em qual sistema for, mantém-se da mesma forma sem alteração, independente se haja alguém com algum sintoma que esteja exigindo adaptações na forma como o sistema esteja operando.
Tanto na família, quanto na escola, o indivíduo tem um papel para cumprir que o sistema lhe impõe. Quando ele se encaminha para a adolescência, parte em busca de uma maior autonomia para poder experimentar e se encontrar. Quem sou eu?
O que torna o adolescente um problema é o não aceitar que ele possa ter mais autonomia e que ele mude o seu papel dentro do sistema, pois desestabiliza os padrões de interação criados. Ser estável não implica em ser estático, por isso a importância em se construir juntos novas formas de interação, reorganizando e estipulando novas regras e limites.
O que não pode acontecer nas inter-relações dos sistemas é um acusar o outro pela mudança de comportamento do adolescente. Os dois devem se unir, acompanhar de perto as transformações, orientar o jovem, conversar com ele, entrar em acordos, estabelecer novas regras. Tanto a escola quanto a família precisa ou aceitar e adaptar-se a nova demanda, ou entrar em acordo com o jovem do que pode e o que não pode ser feito, mas sempre deixar bem claro que a liberdade que o jovem quer tem limite e que ele precisa respeitar também para poder conquistar o seu espaço.
A sexualidade, um dos assuntos que acompanham o desenvolvimento do adolescente, deve ser abordada em todos os sistemas, pois é mais seguro um jovem que saiba o que está fazendo do que um que faz por curiosidade e acaba gerando problemas ainda maiores. Contudo, sem esquecer a inter-relação família/escola, pois elas precisam conduzir as discussões de forma síncrona, dando liberdade de escolha ao jovem, mas, ao mesmo tempo, tornando-o ciente de sua responsabilidade perante seus atos.
AnimeRS 2010
Por mais um ano, a Produtora Afar veio a realizar o evento AnimeRS. Provavelmente satisfeitos com a primeira edição, vieram a utilizar novamente a escola LaSalle como sede do evento.
Público e Cosplayers
Apesar de ser a segunda edição do evento, este foi marcado com um baixo movimento em seu primeiro dia, tanto no número de visitantes, quanto de cosplayers. Recompensado no segundo, em relação aos visitantes, não teve um grande aumento na principal atração deste tipo de evento, o que desanimou muitos visitantes, como Hugo Krüger, “Houve um aumento significativo de pessoas do primeiro para o segundo dia, mas não aumentou muito o número de cosplayers”. Ao menos no domingo houve uma melhora no detalhamento dos cosplays, de acordo com Juliano Calcagno, “No segundo dia os cosplays estavam mais profissionais”.
Atrações
O evento foi muito criticado em relação às atrações. Ao questionar o cosplayer Kelvin Rodrigues sobre o assunto, ouvi a seguinte resposta: “Que atrações?”. Algo parecido foi dito também por outro cosplayer, Rodrigo Rodrigues, “O evento está um pouco parado, faltam atrações”.
Mas, será que não havia atrações no evento? Sim, algumas: Várias salas temáticas (algumas com campeonatos internos), campeonato de vídeo-game, ringue inflável próximo aos games, dois tabuleiros gigantes de xadrez no meio do pátio principal, entrevistas com dubladores, animekê, concurso cosplay, shows entre outras coisas.
Talvez o problema não tenha sido falta de atrações, mas sim a mesmice de todos os eventos. A cada novo evento, o público tem se tornado mais crítico e mais difícil de agradar. As produtoras terão de aumentar e muito sua criatividade para deixar seus públicos mais animados.
Salas Temáticas
“As salas foram prejudicadas devido ao deslocamento para os andares superiores, em relação à primeira edição do evento”, disse Marcelo Soares, organizador da sala CrepuscuLight.
Outro fator que pode ter influenciado no baixo movimento no interior das salas é um certo receito do público de entrar nas mesmas. Em muitos momentos reparei a curiosidade dos visitantes lendo as placas expostas nas paredes externas das salas. Porém, após visualizar a placa, apenas olhavam para dentro da sala e seguiam para a seguinte. Ao interagir com alguns visitantes sobre isto, me senti um vendedor, pois ouvi de todos a mesma resposta “Só estou dando uma olhada!”.
Mas, o baixo movimento não significa uma baixa qualidade das salas. Pelo contrário, as salas, em sua maioria, estão de parabéns pelo trabalho realizado e pela recepção aos visitantes.
Estandes
Os estandes acabaram se tornando o foco do evento de acordo com os entrevistados: “A única coisa que me chamou atenção foram os estandes, pois encontrei coisas que não encontro em outros lugares”, disse Rodrigo Rodrigues. Mas como nada é só alegria, também houve reclamações sobre eles: “Os estandes poderiam ter dado mais descontos”, criticou Matheus Colombo.
Shows e músicas
A sonorização dos últimos eventos da Afar Produtora não estava animando muito o público, que neste evento percebeu uma melhora, o que amenizou as reclamações sobre o evento: “Ao menos está tocando músicas de anime no evento da Afar”, disse Hugo Krüger.
A produtora também está de parabéns pela escolha das bandas, tendo chamado as melhores bandas do gênero que animaram o encerramento das atividades nos dois dias do evento.
Porém, as várias quedas de luz durante os shows mostraram uma má organização da produtora, que poderia ter prevenido este desagradável acontecimento.
Outro ponto negativo foi a grosseira atitude que um organizador, junto com staffs e seguranças, tiveram com a imprensa, interrompendo nosso trabalho, reduzindo nosso espaço e passando repetidas vezes em frente as câmeras, prejudicando nosso serviço.
Organizadores e Staffs
Além da imprensa, os visitantes sentiram também despreparo da parte dos staffs, “Os staffs não entendem muito de anime e são mal encarados”, comenta Hugo Krüger.
Avaliação final
Apesar de tantas reclamações, a avaliação em número dada pelo público foi boa, resultando uma média de 8 (notas de 1 à 10). Sendo assim, o evento agradou mais do que desagradou. Porém, esperamos melhoras para a próxima edição, como maior preparo dos staffs, melhora nas atitudes dos envolvidos no evento (organizadores, staffs e seguranças) e inovação nas atrações.
Você sabe como agir com um cão-guia?
O cão-guia é um cão de trabalho e não um bichinho de estimação. Quanto mais ignorá-lo, melhor será para o seu dono e para ele mesmo.
Seu comportamento e trato são totalmente diferentes dos outros cães e deve ser respeitado em sua dupla função de guia e fiel companheiro do seu dono.
Não toque no cão, nem o acaricie quando o encontrar trabalhando, ou seja, quando ele estiver usando a guia. Se fizer isso, ele pode se distrair e jamais deve falhar. Então é melhor que o ignore. Mas não tenha medo! Os cães-guia são treinados e nunca seriam capazes de fazer mal sem motivo.
Atenção! Se você estiver acompanhado de um cão, por favor, controle-o para evitar que cause algum acidente quando passar ao lado do cão-guia e do seu dono.
Não ofereça alimentos. O dono de um cão-guia se encarrega disso com esmero. Os cães-guia estão sempre bem alimentados já que tem horário certo para comer.
Quando se dirigir a uma pessoa cega, acompanhada de um cão-guia, fale diretamente com a pessoa e não com o cão. Se um cego com cão-guia lhe pedir ajuda, aproxime-se pelo lado direito, de maneira que o cão-guia fique à esquerda. O dono ordenará ao cão-guia que siga você ou pedirá que ele lhe ofereça seu cotovelo esquerdo. Neste caso, usará uma senha para indicar ao cão que ele está temporariamente fora de serviço. Se um cego com cão-guia lhe pedir informações, dê indicações claras do sentido que deve dobrar ou seguir para chegar ao local. Não se antecipe e nem pegue o braço de um cego acompanhado de um cão-guia, sem antes conversar. Muito menos toque na guia do cão, pois a mesma é só pra uso do cego que ele acompanha.
Os cães-guia tem lugares e horários pré-determinados para fazer suas necessidades. Eles são habituados a viajar em todos os meios de transportes, acomodado aos pés do dono, sem atrapalhar os passageiros, tanto dentro como fora do país.
Em virtude do seu rigoroso treinamento, os cães-guia estão habituados e capacitados a entrar e permanecer junto aos seus donos em todos os tipos de estabelecimentos, tanto de saúde como em lojas, restaurantes, supermercados, cafeterias, cinemas, teatros, centros de estudo ou trabalho, etc. sem causar alterações no funcionamento normal dos mesmos, nem incomodar os funcionários ou o público.
Nos locais de trabalho, os usuários de cães-guia estão capacitados para exercer suas funções com eles ao seu lado.
Devido ao treinamento que recebem, os cães-guia nunca vagam pelos recintos. Eles permanecem acomodados aos pés do dono.
O cães-guia tem o mesmo direito que seus donos, de gozar de livre acesso a todos os locais públicos.