Airbag Airbag, também conhecido por bolsa de ar ou almofada de ar, é um componente de segurança dos carros, que pode ser usado em algumas máquinas industriais e em robôs de pesquisa, que funciona de forma simples: quando o carro sofre um grande impacto, vários sensores dispostos em partes estratégicas do veículo (frontal, traseiro, lateral direito, lateral esquerdo, atrás dos bancos do passageiro e motorista, tipo cortina no forro interno da cabina) são acionados emitindo sinais para uma unidade de controle que por sua vez checa qual sensor foi atingido e assim aciona o airbag mais adequado. Este dispositivo é constituído de pastilhas de nitrogênio que são acionadas por uma descarga elétrica pela central eletrônica dentro de um balão de ar muito resistente, que é o próprio Airbag, este por sua vez se enche rapidamente amortecendo assim o choque e evitando que motorista e passageiros sofra danos físicos principalmente no rosto, peito e coluna. Para evitar o sufocamento o Airbag vai perdendo pressão após o acionamento. Atualmente existem modelos que calculam a severidade do impacto e calculam a intensidade que o Airbag deve inflar. Um airbag automotivo infla e desinfla em uma fração de segundo (cerca de 0,8 segundos). Benefícios Os airbags são um adicional ao cinto de segurança em reduzir a chance de que a cabeça e a parte superior do corpo de um ocupante bata em alguma parte no interior do veículo. Eles também ajudam a reduzir o risco de lesões graves distribuindo as forças da batida mais uniformemente ao longo do corpo do ocupante. "Um estudo recente concluiu que cerca de 6.000 vidas já foram salvas graças aos airbags." Entretanto, o número exato de vidas salvas é quase impossível de se calcular. Lesões e mortes causadas por airbags Os airbags podem ser perigosos pois envolvem uma inflação extremamente rápida de uma grande almofada. Da mesma forma que alguns airbags podem proteger a pessoa em circunstâncias corretas, eles também podem lesar ou até mesmo matá-la. Para proteger os ocupantes que não estão usando o cinto de segurança, o airbag projetado nos Estados Unidos se expande muito mais rapidamente do que os airbags projetados em outros países. Como o uso do cinto de segurança nos Estados Unidos cresceu no final dos anos 1980s e início dos 1990s, os fabricantes de automóveis americanos tiveram que ajustar o design de seus airbags. Os novos airbags se expandem em uma velocidade menor. No entanto, os passageiros devem permanecer em uma distância de no mínimo 25 centímetros do airbag para impedir que ocorra uma lesão causada pela bolsa de ar em uma colisão de automóvel. Diversas lesões podem ocorrer devido aos airbags. As mais comuns são: abrasão da pele, dano à audição (devido ao barulho da expansão), lesões na cabeça, dano aos olhos em pessoas que utilizam óculos e quebra dos ossos do nariz, dedos, mãos e braços. Em 1990, foi noticiada a primeira morte automotiva causada por um airbag, e o pico de mortes anuais causadas por airbags nos Estados Unidos foi de 53 em 1997. A TRW produziu o primeiro airbag inflado por gás em 1994, com sensores e airbags com força de inflação baixa se tornando mais comuns logo em seguida. Em 2005 surgiram os airbags de profundidade dupla para carros de passeio. Nesta época, as mortes relacionadas aos airbags tiveram um declínio, com nenhuma morte de adultos e 2 mortes de crianças atribuídas aos airbags naquele ano. Até os dias atuais são comuns lesões nos passageiros que possuem um carro equipado com airbag. Deve-se evitar fumar enquanto se está dirigindo. Se o airbag inflar e atingir o cigarro enquanto ele estiver na boca, a pessoa poderá correr risco de morte, mesmo se o impacto for moderado. O aumento do uso de airbags de fato tornou mais perigoso o trabalho de bombeiros, equipes médicas e policiais. Os airbags podem detonar um longo período depois da colisão inicial, lesando ou até mesmo matando as equipes de resgate que estão dentro do carro. A adição de airbags de impacto lateral nos carros reduziu o número de locais nos quais as equipes de resgate podem utilizar o alicate hidráulico ou outra ferramenta de corte semelhante para remover o teto ou portas do carro com segurança. Cada socorrista deve ser treinado corretamente para desativar os airbags com segurança ou estar consciente dos riscos em potencial. Remover a bateria do carro pode ser uma boa precaução. Design do Airbag O sistema de airbag consiste em três partes básicas - um módulo de airbag, sensores de batida e uma unidade de diagnóstico. Alguns sistemas podem apresentar também uma chave liga/desliga, que permite a desativação do airbag. O módulo de airbag contém a unidade infladora e o airbag de fábrica. O módulo de airbag do motorista está localizado no eixo da direção do carro, e o módulo de airbag do passageiro está localizado no painel de instrumentos. Quando completamente inflado, o airbag do motorista tem um diâmetro similar ao de uma bola de praia grande. O airbag do passageiro pode ser pode ser duas a três vezes maior já que a distância entre o passageiro e o painel de instrumento é muito maior do que a entre o motorista e a direção do veículo. Os sensores de batida estão localizados na frente do veículo e/ou no compartimento de passageiros. Os veículos podem ter um ou mais sensores de batida. Os sensores são geralmente ativados pelas forças geradas em uma colisão frontal (ou próximo da frente do carro) significativa. Os sensores medem a desaceleração, que é a taxa em que o veículo diminui a velocidade. Por causa disso, a velocidade do veículo na qual os sensores ativam os airbags variam de acordo com a natureza da batida. Os airbags não são projetados para se ativarem durante uma frenagem brusca ou quando se está dirigindo em superfícies irregulares. Na verdade, a desaceleração máxima gerada na frenagem mais brusca é somente uma pequena fração da que é necessária para ativar o sistema de airbag. A unidade de diagnóstico monitora a prontidão do sistema de airbag. A unidade é ativada quando a ignição do veículo é ligada. Se esta unidade identifica algum problema, uma luz de alerta pisca no painel avisando o motorista que deve examinar o sistema de airbag. A maioria das unidades de diagnóstico contém um dispositivo que armazena uma quantidade suficiente de energia elétrica para ativar o airbag, no caso de a bateria do veículo ser destruída no início da colisão. Alguns veículos sem bancos traseiros, como os caminhões pick-up e carros conversíveis, ou com bancos traseiros muito pequenos para acomodar cintos de segurança para crianças, tem uma chave liga/desliga para o airbag do passageiro que vem instalado de fábrica. A chave liga/desliga para os airbags do motorista ou passageiro pode também ser instalada por um servido qualificado. Uma chave para desligar o airbag pode ser usada quando um ocupante está em risco, por exemplo: com crianças usando cinto de seguranças para criança no passageiro da frente; crianças com idade entre 1 a 12 anos no banco do passageiro da frente; motoristas que não conseguem manter uma distância de 25 centímetros entre o centro da direção e o seu osso esterno (osso do peito); e pessoal com problemas de saúde em particular. Inicialmente, a maioria dos veículos apresentava somente um airbag, instalado na direção do automóvel e protegendo o motorista do carro (que é a pessoa com maior risco de lesões). Durante os anos 1990s, tornaram-se comuns os airbags para os passageiros no banco da frente e os airbags entre as portas e os ocupantes do veículo, para colisões laterais. Como enche o airbag Para que condutor e passageiros embatam nos airbags é necessário que estes se encham muito depressa: 25 milésimos de um segundo, cinco vezes mais rápido que um piscar de olho. A reacção química escolhida para encher o airbag tão rapidamente foi a decomposição de azida de sódio. A azida de sódio é um composto químico muito instável e tóxico, constituído por átomos de sódio e de nitrogênio (NaN3). No sistema de airbag a azida de sódio encontra-se num pequeno contentor, juntamente com nitrato de potássio (KNO3) e óxido de sílicio ( SiO2). Quando acontece a activação do airbag, ocorre uma ignição electrónica que aquece a azida de sódio a mais de 300 °C. Esta temperatura desencadeia a reacção química de decomposição da azida de sódio em sódio metálico (Na) e em nitrogênio molecular (N2). O nitrogênio molecular é libertado como um gás, que rapidamente enche o airbag. É no entanto necessário ter cuidado com o sódio, que é um metal muito reactivo. Este reage rapidamente com nitrato de potássio, libertando mais nitrogênio molecular, óxido de sódio e óxido de potássio. Finalmente estes óxidos reagem com o óxido de silício formando-se vidro em pó. O vidro formado é filtrado de forma a não entrar na almofada. O nitrogênio molecular é um gás inerte e não combustível. Em caso de colisão o nitrogênio não reage, pelo que não é um perigo para o condutor e passageiros. Quase ao mesmo tempo que a almofada se enche começa a esvaziar de forma controlada, outra forma de amortecer o choque.
A Prática Pedagógica da Educação Atual O processo educacional sempre foi alvo de constantes discussões e apontamentos que motivaram sua evolução em vários aspectos, principalmente no que tange a condução de metodologias de ensino por nossos educadores e a valorização do contexto escolar formador para nossos alunos. Nesse aspecto GADOTTI (2000:4), pesquisador desse processo afirma que: Enraizada na sociedade de classes escravista da Idade Antiga, destinada a uma pequena minoria, a educação tradicional iniciou seu declínio já no movimento renascentista, mas ela sobrevive até hoje, apesar da extensão média da escolaridade trazida pela educação burguesa. A educação nova, que surge de forma mais clara a partir da obra de Rousseau, desenvolveu-se nesses últimos dois séculos e trouxe consigo numerosas conquistas, sobretudo no campo das ciências da educação e das metodologias de ensino. O conceito de "aprender fazendo" de John Dewey e as técnicas Freinet, por exemplo, são aquisições definitivas na história da pedagogia. Tanto a concepção tradicional de educação quanto a nova, amplamente consolidadas, terá um lugar garantido na educação do futuro. (GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000). Diante de enumeras transformações sociais, onde informações e descobertas acontecem em frações de segundo, o processo de desenvolvimento da escola entra na pauta como um dos mais importantes aspectos a serem discutidos neste processo, pois é nela que são promovidas as mais importantes formulações teóricas sobre o desenvolvimento cultural e social de todas as nações, dessa forma, a pesquisa educacional acaba tomando um lugar central na busca de perspectivas que possibilitem uma nova prática educacional, envolvendo principalmente os agentes que conduzem o ambiente escolar, transformando o ensino em parte integrante ou principal na motivação dessas transformações. Com as constantes modificações sofridas por nossa sociedade no decorrer do tempo, dentre elas o desenvolvimento de tecnologias e o aprimoramento de um modo de pensar menos autoritário e menos regrado, os agentes educacionais e a escola de uma maneira geral, vêm vivenciando um processo de mudança que tem refletido principalmente nas ações de seus alunos e na materialização destas no contexto escolar, fato que tem se tornado ponto de dificuldade e insegurança entre professores e agentes escolares de forma geral, configurando em forma de comprometimento do processo ensino-aprendizagem, sobre isso, GADOTTI (2000:6) afirma que, Neste começo de um novo milênio, a educação apresenta- se numa dupla encruzilhada: de um lado, o desempenho do sistema escolar não tem dado conta da universalização da educação básica de qualidade; de outro, as novas matrizes teóricas não apresentam ainda a consistência global necessária para indicar caminhos realmente seguros numa época de profundas e rápidas transformações.(GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000). A escola contemporânea sofre com o desenvolvimento acelerado que ocorre a sua volta, onde as informações são atualizadas em frações de segundos, ocasionando de certa forma, o desgaste e o comprometimento das ações voltadas para o aprimoramento do ensino, fazendo com que a sala de aula se torne um ambiente de pouca relevância para a consolidação do conhecimento, tornando a vivência social o requisito primordial para a busca de aprendizado, sobre essa escola, AMÉLIA HAMZE (2004:1) afirma em seu artigo "O Professor e o Mundo Contemporâneo", que Como educadores não devemos identificar o termo informação como conhecimento, pois, embora andem juntos, não são palavras sinônimas. Informações são fatos, expressão, opinião, que chegam as pessoas por ilimitados meios sem que se saibam os efeitos que acarretam. Conhecimento é a compreensão da procedência da informação, da sua dinâmica própria, e das consequências que dela advém, exigindo para isso certo grau de racionalidade. A apropriação do conhecimento é feita através da construção de conceitos, que possibilitam a leitura critica da informação, processo necessário para absorção da liberdade e autonomia mental. (HAMZE, A.O professor e o mundo contemporâneo, 2004). É perceptível que o saber científico e a busca pelo conhecimento têm fugido do interesse da sociedade em geral, pois a atualização das informações tem ocorrido de forma acessível a todos os segmentos satisfazendo de uma forma geral aos interesses daqueles que as buscam. A escola nesse contexto tem por opção repensar suas ações e o seu papel no aprimoramento do saber, e para isso, uma reflexão sobre seus conceitos didático-metodológicos precisa ser feita, de forma a adequar-se ao momento atual e principalmente colocar-se na postura de organização principal e mais importante na evolução dos princípios fundamentais de uma sociedade, DOWBOR (1998:259), sobre essa temática diz, que será preciso trabalhar em dois tempos: o tempo do passado e o tempo do futuro. Fazer tudo hoje para superar as condições do atraso e, ao mesmo tempo, criar as condições para aproveitar amanhã as possibilidades das novas tecnologias. (DOWBOR, L. A Reprodução Social, 1998) GADOTTI (2000:8), sobre o assunto afirma que seja qual for à perspectiva que a educação contemporânea tomar, uma educação voltada para o futuro será sempre uma educação contestadora, que supera os limites impostos pelo Estado e pelo mercado, portanto, uma educação muito mais voltada para a transformação social do que para a transmissão cultural. Dessa forma, a prática pedagógica dos agentes educacionais no momento atual, bem como a condução do processo ensino-aprendizagem na sociedade contemporânea, precisa ter como premissa a necessidade de uma reformulação pedagógica que priorize uma prática formadora para o desenvolvimento, onde a escola deixe de ser vista como uma obrigação a ser cumprida pelo aluno, e se torne uma fonte de efetivação de seu conhecimento intelectual que o motivará a participar do processo de desenvolvimento social, não como mero receptor de informações, mas como idealizador de práticas que favoreçam esse processo. Na sociedade da informação, a escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do conhecimento, superando a visão utilitarista de só oferecer informações "úteis" para a competitividade, para obter resultados. Deve oferecer uma formação geral na direção de uma educação integral. O que significa servir de bússola? Significa orientar criticamente, sobretudo as crianças e jovens, na busca de uma informação que os faça crescer e não embrutecer. (GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000) Segundo Ladislau Dowbor (1998:259), a escola deixará de "lecionar" e vai "gerir conhecimento". Prossegue dizendo que pela primeira vez a educação tem a possibilidade de ser determinante sobre o desenvolvimento. A educação tornou-se estratégica para o desenvolvimento, mas, para isso, não basta "modernizá-la", como querem alguns. Será preciso transformá-la profundamente. O professor nesse contexto deve ter em mente a necessidade de se colocar em uma postura norteadora do processo ensino-aprendizagem, levando em consideração que sua prática pedagógica em sala de aula tem papel fundamental no desenvolvimento intelectual de seu aluno, podendo ele ser o foco de crescimento ou de introspecção do mesmo quando da sua aplicação metodológica na condução da aprendizagem. Sobre essa prática, GADOTTI (2000:9) afirma que "nesse contexto, o educador é um mediador do conhecimento, diante do aluno que é o sujeito da sua própria formação. Ele precisa construir conhecimento a partir do que faz e, para isso, também precisa ser curioso, buscar sentido para o que faz e apontar novos sentidos para o que fazer dos seus alunos". Ele afirma ainda que: Os educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas. Diante dos falsos pregadores da palavra, dos marketeiros, eles são os verdadeiros "amantes da sabedoria", os filósofos de que nos falava Sócrates. Eles fazem fluir o saber (não o dado, a informação e o puro conhecimento), porque constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam, juntos, um mundo mais justo, mas produtivo e mais saudável para todos. Por isso eles são imprescindíveis. (GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000). HAMZE (2004:1) em seu artigo "O Professor e o Mundo Contemporâneo" considera que: os novos tempos exigem um padrão educacional que esteja voltado para o desenvolvimento de um conjunto de competências e de habilidades essenciais, a fim de que os alunos possam fundamentalmente compreender e refletir sobre a realidade, participando e agindo no contexto de uma sociedade comprometida com o futuro. (HAMZE, A. O professor e o mundo contemporâneo, 2004). Assim, faz-se necessário à busca de uma nova reflexão no processo educativo, onde o agente escolar passe a vivenciar essas transformações de forma a beneficiar suas ações podendo buscar novas formas didáticas e metodológicas de promoção do processo ensino-aprendizagem com seu aluno, sem com isso ser colocado como mero expectador dos avanços estruturais de nossa sociedade, mas um instrumento de enfoque motivador desse processo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CASTRO, A. H. O professor e o mundo contemporâneo.Jornal O Diário Barretos, opinião aberta, 08 jul 2004. DOWBOR, L. A reprodução Social. São Paulo: Vozes, 1998. GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 2000. Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/a-pratica-pedagogica-educacao-atual.htm Autora: Livia Alves Branquinho
Dell fornece placas-mãe para servidores com vírus A Dell confirmou que algumas placas-mãe usadas para substituir peças defeituosas em alguns modelos de servidores contém um código malicioso no firmware – o software semipersistente que gerencia a lógica da placa. O firmware em questão também é usado para a administração do servidor: em muitos casos, milhares de servidores precisam ser administrados ao mesmo tempo, e o software na placa-mãe facilita isso. Era nesse espaço que o vírus estava alojado. A ação do vírus em si é desconhecida, mas apenas servidores com Windows foram afetados. A empresa confirmou a existência do problema no fórum público de suporte técnico. Os modelos afetados são PowerEdge R310, PowerEdge R410, PowerEdge R510 e PowerEdge T410. Apenas placas-mãe usadas para substituir computadores que tiveram defeito contém o vírus, segundo a Dell. Nenhum servidor teria sido vendido infectado. O problema apenas se manifesta em algumas configurações específicas. A empresa não forneceu informações a respeito do comportamento da praga, mas afirmou que está entrando em contato com todos os clientes que receberam placas defeituosas. Embora a distribuição de vírus junto com pen drives e MP3 players já tenham sido registradas algumas vezes, não há nenhum vírus sequer conhecido que atue ou infecte firmwares de placas-mãe, exceto algumas pragas feitas em laboratório para provar que isso é possível. É a primeira notícia pública de um ataque desse tipo em uma escala considerável. Um vírus desse tipo não poderia ser removido com a formatação do disco rígido. Apenas a reprogramação do firmware seria capaz de eliminar a praga definitivamente. Felizmente, ainda trata-se de um caso isolado.
Em Casos de Briga Em casos de briga entre cachorros ou gatos, primeiramente separe os animais com auxílio de uma mangueira com água. Procure descobrir se os animais são vacinados e então preste os primeiros socorros descritos abaixo até chegar ao veterinário. Ferimento leve Se for ferimentos leves lave com uma solução salina, não deixando o animal lamber. Se possível utilize algum anti-séptico para que bactérias presentes na pele do animal não se desenvolvam na ferida, infeccionando-a. Corte profundo Agora, se o corte for profundo e estiver sangrando, primeiro tente estancar o sangue aplicando topicamente cristais de permanganato de potássio, para não infeccionar rapidamente. Estanque o sangue fazendo leves pressões com uma bandagem. A possibilidade de se fazer um torniquete também pode ser utilizado, caso seja necessário. Primeiro lave o local afetado com água e sabão, depois passe vaselina, prenda a circulação com uma corda ou cadarço. Em seguida com uma faixa solta coloque alguns palitos até prender bem a circulação, amarre em cima da lesão. Nunca permaneça mais do que 10 minutos pressionando, solte-a por alguns segundos e a prenda novamente, pois se permanecer por muito tempo apertada pode ocorrer uma gangrena (falta de suprimento sanguíneo, e consequente falta de oxigênio). Cuidados imediatos são necessários, mas só um veterinário pode avaliar gravidade e decidir em suturar ou fazer curativos onde o proprietário deverá seguir atentamente o receituário proposto. Atropelamento Em caso de atropelamento, medidas mais severas deverão ser adotadas para que o estado do animal não se agrave. Primeiro note se o animal não entrou em choque. Depois providencie uma maca ou algo parecido como um compensado ou papelão resistente e calmamente vá colocando embaixo do animal para que este seja imobilizado. Procedendo assim evita-se o risco de perfurar algum órgão vital, caso o animal tenha fraturado algum osso. Transporte-o para uma clínica mais próxima, mas vá observando sua respiração e seus batimentos cardíacos. Se ocorrer alguma anomalia nesses sentidos proceda a massagem cardíaca e a respiração artificial. Picada de Cobra Caso você leve frequentemente seu animal a sítios ou fazendas é preciso ficar atento ao contato com cobras, pois são comuns nos meses quentes. Geralmente, marcas de dentes indicam que o animal foi picado por uma cobra. A área ao redor da picada incha rapidamente, provoca dor intensa, sangramento do nariz e a pele fica escura. Leve o animal o mais rápido possível ao veterinário para que possa receber o soro antiofédico, juntamente com um anti-histamínico, evitando o choque alérgico. No caso de outras picadas como a de vespas e abelhas retire o ferrão se possível. Em seguida lave o ferimento com solução salina. Bicarbonato de sódio pode ser aplicado nas picadas de abelhas e vinagre nas de vespa para reduzir o efeito da ferroada. Se o animal apresentar alguma alergia, é indicado dar ampolas de prometazina (Fenergan) recomendado pelo veterinário, evitando o choque alérgico. Picada de aranha As aranhas são geralmente encontradas em ambientes sujos, casas abandonadas, em construções e praças. Nos cães os sinais clínicos das picadas são: paralisia parcial ou total das massas musculares, inquietação, espasmos contorcidos e retorcidos, taquicardia e inchaço facial. Nos gatos há também a paralisia, dor severa, salivação excessiva, vômitos, tremores e paralisia total ou parcial dos músculos. A medicação deve ser feita pelo veterinário com antiveneno, misturado com fluídos cristalóides, sendo administrado lentamente. Em caso de alergia administrar difenidramina e depois de 5 minutos reiniciar a infusão do antiveneno. Afogamento Não corra riscos, retire o animal da água, suspendendo-o pelas patas traseiras para permitir que a água saia dos pulmões. Caso o animal não retorne a respiração normal, a ressuscitação deve ser aplicada com uma leve pressão sobre o peito, na região do pulmão. Seque o animal e cubra para conservá-lo aquecido. Queimadura A queimadura pode ser por temperatura (calor ou frio) ou por agentes químicos, como algum ácido ou soda cáustica. Em caso de queimadura provocada pelo frio, faça um "escalda pés", imergindo o animal em água morna. No caso de queimadura provocada pelo calor, deixe o animal em água corrente por 30 minutos aproximadamente. Em casos mais graves como queimaduras por agentes químicos, deixe correr água em abundância e depois faça compressas com gase embebida em vaselina líquida para que a gase não grude no ferimento. Providencie a ida ao veterinário o mais breve possível. Choque Elétrico No caso de choque elétrico, verifique se o animal está consciente e se ele respira, se não respirar inicie a respiração artificial e faça os primeiros socorros das queimaduras por calor. Quando o choque for por alta voltagem, não se aproxime e nem tente resgatar o animal se ele estiver a menos de 20 metros da fonte d'alta tensão. Chame os bombeiros e depois faça os primeiros socorros de queimaduras de calor, levando-o ao veterinário o mais breve possível. O animal entra em choque térmico quando fica confinado e exposto ao sol excessivo ou com exercícios pesados durante os dias quentes. O animal parecerá angustiado e ofegante. Para eliminar a possibilidade do animal estar se asfixiando, você deve verificar suas vias respiratórias se não estão bloqueadas. Leve o animal a um local fresco e banhe-o em água fria para reduzir a temperatura corporal por pelo menos 5 minutos, logo entre em contato com o veterinário.