Volkswagen lança no Brasil carro que estaciona sozinho Quem nunca se deparou com uma vaga estreita na rua e sonhou com um carro que manobrasse sozinho? Provavelmente, todos que tenham um utilitário esportivo já pensaram nisso, por sofrer com a falta de espaço para estacionar. Para quem pode pagar R$ 100 mil em um SUV, é possível. A Volkswagen lança no país o Tiguan 2010, oferecido com o sistema chamado Park Assist (somente o sistema custa R$ 3.765). Equipado com sensores e uma câmera traseira, o sistema não precisa de nenhum macete do motorista para funcionar. Para estacionar paralelamente o motorista precisa, antes de passar pela vaga, acionar o botão de comando do sistema que fica no console central do carro. Feito isso, enquanto o motorista posiciona o carro à frente para executar a manobra, os sensores no pára-choque dianteiro calculam se o Tiguan realmente caberá no espaço. Se o espaço for suficiente, o carro avisa por meio de uma tela no quadro de instrumentos. Nela, é possível observar três retângulos: os dois carros já estacionados e o espaço entre eles. Visto que o espaço é suficiente para estacionar o carro, basta engatar a ré e deixar que o carro faça o trabalho chato sozinho. Sem as mãos no volante, o motorista só controla a velocidade da manobra controlando o pedal do freio. O SUV controla a direção do volante sobre as medidas exatas para entrar na vaga. Apenas nas vagas mais apertadas o condutor terá de ajudar o carro. Neste caso, só será preciso movimentar o carro para frente. Mesmo assim, o volante será movimentado apenas pelo sistema, até o veículo estacionar. Não mexer no volante é a tarefa mais difícil para o condutor. Por ser um reflexo natural, controlar o impulso de dominar a direção é difícil nas primeiras tentativas. Mas, se uma reação inconsciente acontecer, o Park Assist está programado para desligar automaticamente caso o motorista force o volante. Se o desejo de controlar o carro atingir o pé que está no acelerador, o sistema também desliga em velocidades acima de 7 km/h. No caso de vagas perpendiculares o Park Assist funciona de forma diferente: ele apenas auxilia o condutor. Nessa situação, a ajuda vem da câmera traseira, que transmite imagens para a tela do rádio, no console central. Assim, quando a ré é acionada, duas linhas amarelas são projetadas sobre as imagens transmitidas no display, mostrando a direção que o carro deve seguir. Se na vaga já há linhas pintadas no chão, basta alinhar as retas do sistema com as que estão no asfalto. O carro com o sistema chega às lojas “Premium” da marca em março. O próximo carro da Volkswagen que ganhará o Park Assist será o Passat.
O que mudou na educação nas últimas décadas? Há algumas décadas atrás, as crianças eram vistas como adultos em miniatura, em que dependendo do gênero eram ensinados pelas famílias os papéis que a sociedade e a cultura impunham. As meninas nasciam para o lar, para a família, precisavam aprender os afazeres domésticos, a cuidar dos futuros filhos e do marido, prendas como costurar e ser uma boa cozinheira também entrava na lista de aprendizagens. Já os meninos precisavam aprender a profissão do pai para no futuro sustentar sua mulher e filhos. Então desde cedo eles já acompanhavam o pai para ir aprendendo a ser útil. Não havia o brincar e a infância não existia. Os meninos iam à escola, já as meninas não tinham por que, já que não pensavam muito, não teriam condições de aprender alguma coisa e não precisava, pois só ficariam em casa. Com o passar do tempo, as mulheres se rebelaram e aos poucos foram conquistando espaços que antes eram apenas dos homens. Mas, mesmo com todos os avanços da sociedade, da ciência e da tecnologia, as crianças ainda não eram bem compreendidas. Nem biologicamente, nem emocionalmente, muito menos cognitivamente falando. A educação precisava evoluir, e quem auxiliou neste processo foi a ciência que foi descobrindo um pouco mais do universo infantil, do seu desenvolvimento físico, mental e emocional, o que fez com que houvesse uma grande mudança na sociedade. Foi-se dando conta que a criança não vem pronta da barriga da mãe, ela continua a desenvolver principalmente internamente, os processos psíquicos e cognitivos além da maturação biológica. E descobriu-se a grande importância do brincar, do jogo, das interações sociais. Claro que a liberdade consequente destas descobertas foi tanta que de um extremo pulou-se ao outro, extinguindo-se os limites, importantíssimos para o bom desenvolvimento comportamental da criança. Comparando a educação da constituição de 34 e a de 88, podemos verificar a inclusão dos direitos das crianças, mulheres e idosos que antes ficavam à margem da sociedade. Sem contar com os deficientes que eram completamente escondidos como aberrações. O papel da escola antes da constituição de 88 estava vinculado à religião e à política, assim sendo, a educação era apenas para ensinar a ler, escrever, que Deus pune e que tudo é pecado, que tínhamos que obedecer às leis e baixar a cabeça para o Estado. O professor era visto como dotado de conhecimento e ninguém sabia nada, só ele. Os alunos obedeciam ao professor com medo de sofrer humilhações, maus tratos e punições, que eram supervalorizadas em casa. Os alunos engoliam as informações, decoravam os conteúdos para tirarem boas notas e passar de ano, não havia a preocupação se o aluno estava aprendendo ou não. Eles tinham medo de perguntar, o silêncio era absoluto. Os trabalhos eram normalmente individuais para evitar conversas. Hoje a realidade é outra, mas ainda não é a esperada. O respeito aluno-professor mudou muito. O professor está revendo sua metodologia, mas o aluno aproveitou do sentimento de culpa do educador para pintar e bordar. Limites são muito importantes tanto na família como na escola, mas não precisa agredir para se conseguir dominar uma turma. O papel da escola hoje é educar, construir junto com os estudantes o conhecimento e não apenas sair vomitando informação. O professor tem a função de mediar entre o saber e a criança que vem com seus conhecimentos prévios e sua cultura familiar na bagagem, e não de ser o sabe tudo e passar os conteúdos como se o aluno fosse uma folha de papel em branco. O aluno é valorizado em sua individualidade e não só aprende como ensina seus colegas e o próprio professor. Ele sabe bem quais são os seus direitos, mas cabe ao professor lembrá-lo de seus deveres. A criança aprende quando faz comparações dos novos conhecimentos com os que já aprendeu e assim vai associando as informações até entender e acomodar, registrar em sua memória de forma a poder em outro momento buscar e expressar este saber, sem esquecer. A lei de diretrizes e bases da educação nacional criada em 1996 veio para especificar o papel da escola, do Estado, do professor e do aluno, incluindo educação de jovens e adultos e crianças com deficiências. Com direitos e deveres iguais. Escola para todos. Fixando a importância da formação do professor e a obrigatoriedade do acesso a escola. Verificamos em nossa história importantes avanços na área da educação, mas ainda há muito que melhorar principalmente no enfoque do papel da família no desenvolvimento educativo das crianças, capacitando os professores para estarem dando continuidade ao que foi iniciado no seio familiar. A escola como instituição educadora de formação de pensadores, a meu ver, deve estar à frente de uma sociedade que valoriza o ser humano e que este tenha mais presença cidadã em sua região e país. Trazendo a comunidade de seu município para dentro da escola, mantendo as crianças e jovens em turno integral com propostas mais condizentes com nossa realidade atual. Com certeza o papel da escola pode se estender a muitos horizontes, basta que deixemos a acomodação presente em nossa cultura há tanto tempo, e comecemos a batalhar por um país mais justo, educado, informado e cidadão.
Periféricos podem carregar vírus e danificar seu computador Basicamente qualquer periférico do seu computador pode carregar as pragas virtuais Em uma definição rápida: vírus são arquivos maliciosos, programados por usuários mal-intencionados que desejam danificar os computadores alheios. Um tipo muito comum de arquivo malicioso é o Trojan (ou Cavalo de Troia), que se instala nas máquinas a fim de roubar informações fornecidas pelos proprietários. Mais detalhadamente, os trojans abrem portas do computador para que seja possível acessá-los em locais remotos e, assim, roubar senhas e dados pessoais. Se os dados forem usados para invadir contas de email, os danos podem ser menores, mas quando usados para roubar senhas de bancos, tudo fica ainda mais complicado. Mas se você acha que esses capetinhas cibernéticos podem se instalar apenas no disco rígido, está muito enganado. Isso porque alguns engenheiros-pesquisadores da Royal Military College de Ontário, Canadá, conseguiram desenvolver circuitos integrados a interfaces USB que permitem o roubo de informações dos computadores. Mas como assim? Os computadores de hoje reconhecem dispositivos conectados às portas USB sem problemas. Esses dispositivos são instalados rapidamente, devido ao recurso Plug-and-play que o Windows proporciona desde a versão 95. Se você trocar o componente por outro de mesmo modelo, a máquina o reconhecerá como sendo o mesmo de antes. Isso seria uma grandíssima vantagem, não fosse o fato de isso dar margens para invasões via hardware. Se durante o período em que você não está em frente ao computador alguém trocar o seu componente por outro igual, você não perceberá. O Windows instala os drivers dos dispositivos e os reconhece pelo modelo de série. Ou seja, todos os teclados ou mouses (ou qualquer outro dispositivo USB) fabricados de um determinado modelo possuem dados iguais de identificação e, por isso, são reconhecidos como se fossem o mesmo item. Caso esse dispositivo semelhante ao seu contenha dados maliciosos, as informações do seu computador serão enviadas para servidores remotos, da mesma maneira que ocorre com os comuns trojans de software. Em suma, qualquer dispositivo USB programado pode ser uma porta aberta para invasões de usuários mal intencionados. Mas não é preciso entrar em pânico, porque não é qualquer um que consegue transformar teclados, mouses, webcams e impressoras em grandiosas armadilhas virtuais. Como me proteger? O melhor a fazer é sempre comprar dispositivos em lojas conhecidas e confiáveis. Assim você evita a aquisição de produtos que possam ter sido modificados para armazenar informações pessoais e enviá-las para servidores remotos. Além disso, esteja de olho em quem tem acesso ao seu computador. Conhecer os componentes conectados a ele é sempre uma ótima opção. Fora isso, nunca se esqueça de manter os antivírus e firewalls atualizados, pois os arquivos maliciosos tradicionais (aqueles via software) ainda existem e estão sendo cada dia mais disseminados por emails, links falsos e tantas outras formas de proliferação.
Primeiros socorros Até chegar a clínica veterinária, saiba como ajudar o seu animalzinho em caso de algum acidente, prestando a ele os primeiros socorros. É muito importante que o dono do animal saiba agir corretamente em situações em que o socorro seja necessite ser de imediato. Muitas vezes a vida do animal dependerá desta ajuda, até que o socorro do veterinário chegue. Primeiramente é preciso analisar se o caso é de emergência, que requer medidas imediatas ou se é de urgência onde os casos são de menor gravidade, mas deve ser socorrido a tempo para não ter complicações mais severas. Independente de qual for o caso, o proprietário tem que manter a calma para não cometer nenhuma imprudência e assim também passar tranquilidade ao bichinho. Avalie se ele entrou em estado de choque, onde os sintomas são: temperatura corporal baixa principalmente nas patas e orelhas, batimento cardíaco e respiração acelerados, e ainda gengiva pálida. • Em caso de choque O animal entra em choque em casos de envenenamento, hemorragias, atropelamento e outras emergências. O proprietário deve então manter o animal deitado de lado, mantendo a região da cabeça e tronco mais baixo que a região traseira do corpo. Garantindo assim o deslocamento do sangue para o coração e a cabeça. Depois aquecer o animal com uma bolsa de água quente e cobertor, ainda colocar a língua do animal pra fora da boca em um dos lados, para não obstruir a respiração. Transporte o animal delicadamente evitando algum traumatismo maior, se for possível providencie uma maca, procurando o veterinário o mais rápido possível. • Parada Cardíaca e / ou Respiratória Também em casos de atropelamento, quedas e afogamentos podem ocorrer parada cardíaca e / ou pulmonar, coloque a mão sobre o lado esquerdo do peito do animal verificando se há sinais de batimentos cardíacos e movimentos respiratórios, se não houver deve-se proceder uma massagem cardíaca e a respiração artificial dentro de 5 minutos no máximo. Primeiro deite o animal sobre o lado direito, na respiração artificial faça o seguinte: com sua mão feche a boca do animal segurando o focinho. Eleve a cabeça dele e encoste sua boca no focinho e sopre para dentro das narinas até sentir que o peito do animal elevou-se. Deite a cabeça dele e delicadamente pressione devagar o peito para que o ar possa sair. Repita de 8 a 10 vezes em um minuto. A massagem cardíaca consiste em colocar a palma da mão sobre o coração do animal pressionando firme e rapidamente a região, solte por um segundo. No caso de animais pequenos, usar a ponta dos dedos. Continue a realizar este procedimento até chegar o veterinário. • Em caso de envenenamento Caso haja o envenenamento do animal em que ele ingeriu uma substância tóxica ou venenosa conhecida e a bula recomenda forçar o vômito prossiga oferecendo uma mistura de 2 colheres (sopa) de sal e 300ml de água morna, ou ainda forneça 20ml de água oxigenada a 5%. Se não souber a substância não provoque vômito, então ofereça ao animal um pedaço de carvão moído com duas claras cruas, pois o carvão absorve a toxidade das substâncias. Se você conhece ou suspeita da causa do envenenamento, anote a natureza da substância e a quantidade engolida. Leve o animal ao veterinário e a amostra também. • Em caso de sufocamento Outro caso comum é o de sufocamento, pode ser causado por algum objeto estranho, um osso grande ou um pedaço grande de carne que atravessam a garganta do animal impedindo-o de respirar. Caso isso ocorra, segure o animal de cabeça para baixo fazendo com que ele acabe vomitando o objeto da obstrução ou coloque o dedo na base do maxilar do animal, pressionando para dentro e para cima fim de expelir o objeto. Neste caso não use pinça ou alicate, pois pode aprofundar ainda mais o objeto na garganta do animal.