Nova resolução do CONTRAN traz mudanças para os motoboys Os motoboys terão que se adaptar a novas normas de segurança para realizar o transporte remunerado de cargas. Na terça-feira, dia 30 de março de 2010, foi publicada no Diário Oficial a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), que regulamenta o trabalho dos motoboys sendo que temos que ler com cuidado para que saibamos em qual devemos nos adaptar pois a 350 e a 219 tratam do assunto. A nova lei vai entrar em vigor em 180 dias, a partir da data de publicação. Mudanças Segundo a resolução do Denatran, para a realização do transporte a carga deve estar em um dispositivo fechado (baú) ou aberto (grelha). Além disso, a moto precisa placa de identificação na cor vermelha e o motociclista terá que utilizar colete com faixas retro refletivas e fluorescentes, que favoreçam sua visualização. Segundo a resolução 219, passa a ser obrigatório o uso de adesivo reflexivo no casco do capacete. O texto estabelece ainda as dimensões e localização exata para a utilização dentro da norma estabelecida pela nova lei. Neste caso, o objetivo é fazer com que o motociclista seja notado com maior facilidade pelos motoristas de outros veículos. A partir de agora, toda motocicleta utilizada para o transporte remunerado de carga deverá rodar com a placa vermelha. Esta regra vale para a maioria das cidades, onde já exista legislação de trânsito específica para moto fretes, como São Paulo. Vale lembrar que a data limite para a instalação da placa vermelha fica estabelecida pelo dia do licenciamento do veículo. O baú poderá ter largura máxima de 60 cm, seu comprimento não poderá ultrapassar a extremidade traseira do veículo e a altura não poderá exceder a 70 cm. O baú deve conter ainda faixas retro refletivas, para facilitar a visualização, principalmente durante a noite e com chuvas. Outra exigência é que o baú não ultrapasse a altura do motociclista, que deve permanecer visível aos motoristas dos demais veículos. Já a grelha deverá ter largura máxima de 60 cm e comprimento que não ultrapasse a extremidade traseira da moto. Nesse caso a carga transportada na grelha não poderá exceder a 40 cm de altura. A moto também deverá passar por adaptações, pois será obrigatória a utilização de barras protetoras para as pernas, o antigo mata-cachorro, antena corta pipa, esta sim já deveria ser obrigatória por sua capacidade de salvar vidas. O condutor deverá ter mais que 21 anos, ter mais de 2 anos de CNH. Abaixo temos os endereços do site do DENTRAN onde podemos ler por inteiro e ver se estas resoluções são para melhorar o transito ou para apenas arrecadar verba para algum fundo de ajuda a nada destes que os nossos governantes criam. A nova regra impõe condições especiais para quatro aspectos principais da motocicleta utilizada em entrega de mercadorias: dimensão do baú de carga; uso de colete com faixas refletoras; capacete com adesivos refletores e, por fim, a obrigatoriedade no uso da placa vermelha. Embora a medida não tenha agradado muito aos motoboys, Lucas Pimentel, presidente da Abram (Associação Brasileira de Motociclistas) informa que a lei, ao contrário de outras já extintas, vai funcionar e irá trazer muitos benefícios à categoria. “É claro que em um primeiro momento esta resolução deve ser recebida com um certo repúdio pelos motoboys. No entanto, nós consideramos a resolução 219 do Contran um grande avanço. Isso porque ela nasce com o objetivo de dar mais segurança aos motociclistas profissionais, além de reforçar o compromisso com a adequação e profissionalização do setor”, informa. Pimentel ressalta que existe uma série de informações desencontradas hoje na mídia que estão causando um certo “pânico” entre os motociclistas. “Não há necessidade para desespero. O motociclista terá tempo para se adaptar. A placa vermelha, por exemplo, que passa a ser obrigatória para os municípios com legislação específica, tem como data limite de adequação o dia do licenciamento do veículo. Além disso, já fomos informados de que as faixas retrorefletivas nos coletes também devem sofrer um atraso para entrar em vigor”, explica. Para Aldemir de Freitas, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Motociclistas da Cidade de São Paulo, a nova resolução deve se tornar um grande problema para os motoboys. “Do ponto de vista teórico ela é perfeita, mas na prática vai apenas gerar mais multas para os trabalhadores da categoria, caso não haja rigor na aplicação da lei”, prevê. O mais preocupante, para ele, é saber quem vai arcar com os custos dessa adequação para o trabalhador. “Quando se fala de um motoboy que é pai de família e tem que arcar com a prestação da sua ferramenta de trabalho (a moto), arriscar-se em mais de um trabalho por dia para receber míseros cinco reais por hora, sem ter ao menos um registro em carteira digno, é difícil. Precisamos obrigar as empresas a pagarem essa adequação, e não o trabalhador. Afinal, quem mais lucra com a normalização do serviço são as próprias empresas”, finaliza. Multas Os motoboys que não estiverem com a situação regularizada de acordo com a resolução 219, daqui a 180 dias, estarão sujeitos as seguintes penalidades: Art. 230. Conduzir o veículo: V - que não esteja registrado e devidamente licenciado. Infração - gravíssima Multa - R$ 191,54 e apreensão do veículo *Medida administrativa - remoção do veículo * Pontuação: 7 pontos na CNH Art. 230. Conduzir o veículo: XII - com equipamento ou acessório proibido. Infração - grave Multa – R$ 127,69 * Medida administrativa - retenção do veículo para regularização. * Pontuação: 5 pontos na CNH Art. 231. Transitar com o veículo: VIII - efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, quando não for licenciado para esse fim, salvo casos de força maior ou com permissão da autoridade competente. Infração - média; *Multa – R$ 85,13 * Medida administrativa - retenção do veículo * Pontuação: 4 pontos na CHN
Dependência Química O dependente químico na ativa é a pessoa que está fazendo o abuso de álcool e de outras drogas, o real é ter a obsessão que é a idéia fixa por droga, e a compulsão é quando inicia e não consegue parar. Com isso o dependente apresenta uma doença incurável, de decadência física, mental, emocional e espiritual e poderá ter um amargo fim ;- prisão, instituições [ internações em hospitais ] ou a morte. Antigamente o uso de drogas era um elemento de integração. Utilizada na maioria das vezes por adultos, com objetivos místicos, religiosos, intelectuais ou guerreiros por certos grupos e em certas circunstâncias. A droga estava inserida num momento sócio-cultural, ou seja, a maconha era utilizada no oriente, o álcool no ocidente. Atualmente o uso de drogas é um elemento de desintegração, ocupando o espaço da intimidade das relações entre as pessoas. A droga não é tratada como assunto de saúde pública e sim como uma questão econômica, visto que a plantação, produção e comércio das drogas ocupam o terceiro lugar na economia mundial. Uma das formas de entender a drogadição é atribuir à droga como o problema fundamental do dependente, por exemplo - a mídia e alguns especialistas descrevem sobre as drogas de uma forma sensacionalistas. Ficando a falsa impressão que o dependente é um ser que aceita sem critica à droga e que está dominado por um vírus. Com isso fala-se muito nas drogas e talvez seja essas as formas, cremos inconscientes, mais contundentes de propaganda das drogas. Que poder enfim damos às drogas! A função primordial do uso de drogas na sociedade é, antes de obter o prazer, evitar pensar, é de não sofrer. O uso de drogas é uma tentativa então de não sentir a dor existencial. Dizer que as drogas é a causa da deterioração da vida é, no mínimo, uma inversão de valores. É o próprio sistema social que cria uma tendência a proliferação da drogadição. A droga é apenas uma questão de objeto. Não é a droga que tem o poder, é a pessoa dependente que está fragilizada. Na maneira de compreender a drogadição como manifestação humana, o centro ou o núcleo do enfoque deve ser a existência, estamos interessados na questão humana. O dependente não adoeceu porque começou a tomar drogas, mais sim por estar adoecido existencialmente buscou nas drogas uma ‘solução’ ou ‘cura’ para suas feridas mais íntimas. Existem pontos significativos da vida do dependente sobre o que entedemos por estar adoecido existencial- mente e para compreensão do lugar da drogadição ocupa na sociedade - 1- Como a prevalência de uma ordem social que tende a hiper racionalização e normatização, nosso comporta- mento deve ser adequado e lógico e nossos sentimentos jogados na lata do lixo ou seja desvalorizados. 2- O ritmo acelerado das transformações, a descartabilidade de objetos e pessoas. Não há tempo e espaço para assimilar e entender de forma produtiva as transformações ocorridas no dia-a-dia. 3-A fragilidade dos laços entre as pessoas, a falta de modelos de identificação dificultam o processo de introdução de valores. Por exemplo, quem confia com orgulho no seu governo ou na polícia? 4- A medicalização da vida, oriundo da crença dos poderes mágicos dos remédios. Comeu demais, bebe demais, não dorme, está angustiado? Tem sempre um remédio para sua dor. A substância química substituindo o conforto humano. Não é a toa que o remédio mais consumido dos últimos quinze anos é o diazepan. 5- A atual sociedade consumista, onde as aparências são colocadas como fundamental, do que a essência de termos uma vida humilde. O perverso e o doentio dessa ideologia consumista, é que somos levados a aceitar como natural e verdadeiro que os valores estão nos objetos externos. Quanto mais possui, mais se sente identificada com seu meio social. Só aquilo que possui é que tem valor. Tal ideologia pode levar a pessoa a ficar distante de seu íntimo, com dificuldade de mostrar-se por inteiro, ficando ausente de uma comunicação para com o próximo. Isso gera um sentimento de vazio, de ausência, de tristeza íntima, porque a riqueza está no exterior. Esse mesmo sentimento de vazio pode estar mais em evidência nas pessoas, que estimuladas ou multissolicitadas ao consumo, não tem acesso a esse consumo, e ainda ficam com a idéia de serem os falidos ou os fracassados da sociedade. O consumismo faz a pessoa acreditar que as soluções estão no exterior, nos objetos. Sentir-se vazio, em crise, com angústias,é proibido no mundo consumista.Isso explica porque há uma dificuldade muito grande do dependente pedir ajuda, pois tal posicionamento é pensar diferente numa sociedade, que tem solução para tudo. E se esse pedido de ajuda for psicológica ou psiquiátrica, o sentimento de vergonha ou de fracasso é mais intenso ainda. O consumismo, como ideologia, coloca na mente da pessoa a confusa idéia, de que estar bem de vida é o mesmo de estar de bem com a vida. A pessoa é induzida desde criança a buscar as soluções de suas dificuldades no exterior, e a busca do seu interior pode tornar-se dolorosa e quase impossível. Numa sociedade consumista que valoriza as aparências exteriores, a tarefa de trabalhar o interior da pessoa é eliminada. Por isso que a droga pode ser eleita como objeto idealizado de "cura" para as crises e dificuldades internas. CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DOENÇA Sob o efeito da droga a pessoa percebe-se - onipotente [todo poderoso], viajando, distante dos problemas ou ligado num mundo melhor, escondendo com isso sua insegurança de não saber quem é. A pessoa vai formando um conceito de si mesmo, tendo a droga como liga, se eu uso droga fico numa boa, muito maluco, down e tenho alívio imediato. Caindo num padrão de pensamento seletivo, que é de lembramos das boas experiências sob o efeito de drogas. No início do processo de dependência, o efeito da droga é de um prazer fugaz, depois de estabelecida a dependência, torna-se escravo da droga e passa então a viver em função dela, necessitando encobrir, sem saber, sua solidão. Porque o que foi apreendido é se de que eu NÃO suportar a dor dos problemas, uso droga e tenho o alívio imediato, e esse processo de continuidade que gera a dependência química, dado pela sistemática - DOR MAIS DROGA É IGUAL ALÍVIO IMEDIATO MAIS DOR FUTURA E ASSIM CONTINUADAMENTE Ser escravo de uma droga é em si um projeto suicida. Os modos de vida de um dependente químico na ativa é de descuido com aparência pessoal, acidentes, colocar-se em risco, o furto, o roubo, o estelionato, a prostituição do seu corpo, a perda da moral, da dignidade e do respeito, a habilidade de viver ficou reduzida ao nível animal, bem como a perda seu maior e mais rico patrimônio que é a si mesmo. As funções físicas, mentais e espirituais foram fortementes afetadas pelo uso de drogas. Esse projeto suicida torna-se um fato quando a pessoa, consciente ou não, tem por término à vida,por exemplo a morte por overdose, ou contrair uma doença orgânica fatal como a AIDS. Constata-se que a drogadição é uma tentativa enganosa de cura para encobrir esse projeto suicida. Assim esse projeto suicida é de uma profunda descrença e desvalorização do viver. A profunda solidão que o dependente vive é percebida,pois quem elege a droga como modo de anestesiar crises, e na maioria das vezes essa escolha é inconsciente,é para que a sua fragilidade e carência de pessoa não fiquem aparentes para as outras pessoas. Solitário de si mesmo, a droga é a tentativa iludida de encontrar-se. Existem dependentes químicos na ativa que honestamente se dispõem a deixar as drogas,entretanto não consegue. Porque ocorre as modificações dos valores da sua vida através do avanço da doença, por exemplo a crise de identidade é de não ter os seu VALORES de vida, na falta procura retorná-los e encontra dificuldades, não consegue e volta a usar droga. Está desestruturado, não conseguindo transformar em ação o que tem em idéia que é o desejo de parar de usar droga. Desse modo o dependente mostra adoecido existencialmente, quando amortece as crises do viver buscando solução no exterior, não consegue ajuda no seu interior porque é extremamente trabalhoso. O dependente evita de todas as maneiras em fazer uma reflexão ou pensar, porque dói, estabelecendo uma passagem direta entre o desejo e ação, de parar em usar droga. Aumentando o sentimento de fracasso ou incapacidade de estabelecer um relacionamento verdadeiro com o próximo. VALORES são organização, confiança, pontualidade, diálogo, solidariedade, humildade, dignidade, responsabilidade, dedicação, respeito, discernimento, disciplina [ responsabilidade das minhas coisas, cumprir tarefas é começar e terminar, assumir compromissos por menor que seja, adiar o prazer ], sinceridade/honestidade [ se não estou sendo sincero/honesto comigo não vou ser com o outro, se tenho um problema vou pedir ajuda ], dificuldades é de não saber lidar com a complexidade da vida, ou seja de lidar com os pontos da vida. Desse modo fica notório que a drogadição é um projeto suicida, que se manifesta através de atitudes autodesdrutivas ou de suicídios parciais. Tal situação é um viver que não se valoriza e cuja essência colocamos em evidências - 1- Há inúmeras maneiras de se compreender o viver, uma delas é compromisso da pessoa como ser-ao-mundo, entendido como a realização da pessoa que se desenvolve para vida plena à medida que participa construtivamente para a elaboração da sociedade, e esta sociedade retorna para a própria pessoa os ganhos comunitários. A pessoa que se percebe vazio interiormente pode se reduzir na sociedade consumista, preenchendo-o com o objetos concretos ou em fantasia, ou melhor ainda relaciona-se com objetos. Qualquer objeto é desprovido de vida, quando usamos um objeto, esperamos um retorno, ainda mais se o objeto é de nossa utilidade. A droga é um objeto e como tal é, portanto não existe vida própria é inanimada. Assim o dependente químico dá vida a ela e, uma vez ingerida, a droga retorna em destruição ou morte. É uma troca de vida por morte, a ponto de tornar-se escravo dela, transformando-a em senhor, transformando-a na sua melhor companheira e na sua melhor amante. Não é a droga que tem o poder, é pessoa dependente que está fragilizada. Por isso que discussões sobre drogas legais e ilegais, drogas leves ou pesadas, são discussões fúteis. Contudo, mesmo inconscientemente, o dependente dando vida em troca de morte ou de destruição, é porque intimamente sua vida nada vale ou equivale à morte. Eis o projeto suicida. A dependência de drogas concretiza a desvalorização interior. Esse projeto suicida coloca a tendência de realização de por término da sua vida, ao mesmo tempo que se nega como ser-ao-mundo. O seu mundo e o núcleo da vida é apenas a droga, é um jeito triste de ser e viver. 2- Na vida as nossas experiências mais profundas são ao mesmo tempo as individuais e as sociais, ou seja tanto do EU como do NÓS, e que ser-ao-mundo é a estrutura da realidade. Transformando-se em escravo da droga, definitivamente não há lugar para o outro, o semelhante. Na história de vida do dependente, o outro sempre foi o outro-coisificado, mero objeto. Isto revela a ausência do outro, do próximo. E explica porque o dependente não consegue manter relacionamentos profundos e duradouros com o seu semelhante. A experiência do EU é ligada a um objeto e a experiência do NÓS ser anulada. A drogadição é o aniquilamento do EU e do NÓS, ou seja, não tem nenhum posicionamento no mundo. Não é por acaso ou simples coincidência que o dependente gosta da noite. Na noite vive às escondidas, nos cantos, às margens. Roda ou anda pela noite toda, sem rumo, por aí, desesperada, consciente ou não, em busca de prazer, segurança ou mortal conforto nas drogas para suas feridas interiores. Tenta o absurdo de evitar a sua solidão, solitário, com drogas. A drogadição assemelha-se perfeitamente bem as trevas. 3- Afirmam que a maior parte de nós mesmos é recebida - da família, da educação, da sociedade, da cultura e de outras fontes. Isso não quer dizer que recebemos por receber sem crítica, desprovido da individualidade. A vida de cada um é "momento individual de um fluxo coletivo". É nesse momento que a individualidade mostra sua autonomia, criando uma sintonia ou passo novo, com o fluxo coletivo para dar continuidade a ele. Antes de conduta rebelde ou revolucionária, a drogadição é uma condição escrava porque a individualidade não se mostra com autonomia, ao mesmo tempo em que se ausenta do fluxo coletivo. O dependente não transforma o mundo dado, num mundo possível. É um viver alienado, de si mesmo e dos outros. 4- As coisas do viver e do conviver são temporárias. Viver é trabalhar o provisório. Tentamos sempre dar um jeito na vida, mas a vida não tem jeito. Enganamos a nós mesmos quando pensamos que nossas vitórias ou fracassos são definitivos. As crises do viver devem ser vistas com possibilidades de vida nova e não como obstáculos para o existir. O dependente químico na ativa possui ou apresenta uma grande dificuldade de superar os pequenos problemas do cotidiano. Com a droga o dependente, ilusoriamente, acredita ter encontrado a solução definitiva para o viver, a resposta fácil e inquestionável. O dependente não aceita o que dura algum tempo na sua existência, pois se aceita tal condição, envolve uma disposição e ajuda do seu interior, o que é muito trabalhoso. Sendo a drogadição um projeto suicida, o superar esse projeto, o que quer dizer derrotar, pois esse fermento na massa do crescimento espiritual, está tolhida, apagada e eliminada. Em nossa maneira de ver, ser saudável é ter disposição para superar as contrariedades da existência - é aprendendo trabalhando o provisório. Isso significa precisamente estar de bem com a vida. O dependente químico na ativa, com uma existência de vida, cujo projeto é suicida, revela a ausência de saúde mental, emocional, ou seja, a capacidade de ver a realidade - de admitir que é um dependente químico, e de sair da fantasia - em parar de usar os mecanismos de defesa, para justificar a drogadição. Autor José Antônio Zago joseantoniozago@ig.com.br Psicólogo do Instituto Bairral de Psiquiatria - Itapira - SP. Mestre em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.adroga.casadia.org/tratamento/Dependente_na_ativa.htm
Economize com o computador A maioria dos usuários de computadores sabe que há muitas vantagens em se ter um. Porém, não sabem quais são, ou melhor, quais trazem economia para seu bolso. Se pararmos para pensar, há inúmeros meios de se economizar ou até mesmo ganhar dinheiro com um computador, ainda mais se tiver acesso à Internet. Aqui, passarei algumas dicas de como você poderá economizar e, em alguns casos, preservar o meio ambiente. Modo de espera Pouco usado pelos usuários, o modo de espera é um forte aliado na economia de energia elétrica. Esta opção, que se encontra na lista de opções de desligamento do computador, é encontrado em todos os sistemas operacionais, porém, este nome pode variar. Esta opção simula um desligamento do computador, mas de forma muito mais rápida. Esta simulação, no entanto, mantém sua área de trabalho do jeito que você deixou, com todos os programas em uso abertos. Porém, como ela desliga todos os componentes de seu computador, como HD e processador, a conexão com a Internet é interrompida e tudo que está sendo feito, como uma compressão com o WinRar ou uma cópia de arquivos. Mas, se tudo que está sendo feito é parado, que me adianta saber que existe este tal de “modo de espera”? O modo de espera deve ser utilizado em momentos em que, ao você sair da frente do computador, nada fique em funcionamento. Por exemplo, na hora de almoço, onde você ficará por alguns minutos distante e seu computador ficará sem fazer nada. Alguns programas, como o MSN, já são preparados para esta opção de hibernação. Quando o computador entra no modo de espera, o MSN é desconectado, pois a conexão de Internet foi interrompida. Ao religar o computador, a conexão de Internet é restabelecida, e o MSN após alguns segundos se re-conecta automaticamente. Para utilizar esta opção de economia, você deverá analisar seu uso com o computador para então adaptá-lo ao seu dia-a-dia e poupar uma graninha. Granola Outra opção para quem quer poupar energia elétrica com o computador, mas sempre está com vários programas em funcionamento para poder colocá-lo em “modo de espera”, é utilizar o programa Granola. Granola é um programa gratuito que reduz a potência de processamento do computador quando está ocioso, reduzindo assim o consumo de energia do mesmo. Este momento é um bom exemplo disto. Enquanto você está lendo este artigo, seu computador está gastando energia desnecessária, pois você não está necessitando de seu processamento. Ao ser instalado, o programa fica alojado ao lado do relógio do Windows, e inicia ao ligar o computador. Então, se você tem problemas de memória, este programa é perfeito, pois, uma vez instalado, ficará monitorando seu uso e liberando o processamento de acordo com suas necessidades e não precisa de configuração ou observação constante do usuário. Além disto, o programa informa a média anual de economia de energia em Kwh e em dólares. Mas, como nada é perfeito, não apresenta valor em reais, além de ser todo em inglês. Para mais informações e para baixar o programa acesse: http://grano.la/ Impressão É muito comum as pessoas baixarem apostilas para seus estudos e as imprimirem. Ou, imprimir algum e-mail ou outro texto qualquer para leitura posterior. Porém, este ato tem várias consequências, abaixo listo três delas: 1. Ao imprimir material desnecessário, você está ajudando no desmatamento. 2. Mesmo que o papel utilizado seja reciclado, você estará ajudando a aumentar o lixo de sua cidade, a menos que você o coloque posteriormente para a reciclagem. 3. Se você fez tudo certinho e não se culpou por imprimir, ao menos estará desperdiçando seu dinheiro. Pois, além do valor gasto com o papel, há também o valor da tinta, cujo valor do ml é altíssimo. Nos casos mais simples, você poderá vir a ler o conteúdo no próprio computador. O valor gasto com a energia elétrica, na maioria dos casos acaba sendo muito menor do que o gasto com a impressão. Para quem precisa levar apostilas e outras impressões para faculdade ou outros lugares, uma boa alternativa é a compra de um netbook. Claro, que analisando a quantidade de uso com o valor a ser investido. Ou seja, você deverá analisar o consumo de folhas que irá ter daqui para frente, e outras formas de uso com o netbook, para ver se o valor a ser gasto com a compra do netbook será bem empregado, pois se você raramente necessita de folhas impressas e não utilizará o netbook para outra coisa, pensando na economia, será melhor continuar com as impressões. Comunicação Muitas pessoas pensam que a comunicação pela Internet limita-se à troca de e-mails e conversas por áudio e vídeo pelo MSN ou Skype. O que muitos esquecem é que programas como Skype podem realizar ligações telefônicas para telefones convencionais e até mesmo celulares. Junto às últimas versões no MSN, está sendo instalado o Windows Live Call, que também faz chamadas telefônicas. Se comparados os valores de telefonia fixa com os valores oferecidos por empresas VoIP, você realmente ficará um pouco desanimado. Porém, empresas como Skype oferecem pacotes de minutos por preços promocionais. Dependendo do seu uso de telefonia, pode vir a ser mais vantajoso, ainda mais se você faz ligações interurbanas, pois o minuto de ligação para todo Brasil tende a ser o mesmo, enquanto em telefonia fixa o valor muda dependendo da distância.
Bulldog Um dos cães que a gente reconhece pela sua “cara” sem errar, seguramente, é o bulldog; uma raça que com sua simpatia tem conquistado os corações de muitos fiéis admiradores por todo mundo. Originário da Inglaterra era utilizado em combates Bull-baiting, esporte alvo de grandes apostas. Depois de 1835 foi proibido. Apesar de ser uma cão dócil, o Bulldog é símbolo de cães bravos em desenhos animados como o do “Tom e Jerry”. Seu pêlo é liso, acamado macio, todas as cores são permitidas, exceto cinza, preto e café com leite. Preguiçoso, calmo, tranqüilo, fiel, digno de confiança e um bom companheiro, sendo ideal para pessoa sedentária. Dotado de grande apetite e sofre muito com o calor. Tem problemas no acasalamento devido sua anatomia. O peso da raça varia entre 24 e 25 Kg para os machos, e entre 22 e 23 Kg para as fêmeas. É um animal caro devido ao parto ser sempre cesariana, pois possui sua cabeça grande que não passa pela pélvis da mãe. Latem pouco, mas quando algo foge à rotina (principalmente à noite, se não estiverem em sono profundo) dão o alarme. O Bulldog é um cão dado a rotina, por isso o filhote deve ser acostumado desde cedo a ter um canto próprio, aonde ele se refugiará quando estiver inseguro ou quiser se isolar do mundo. O lugar destinado para este fim deverá ser escolhido, seguindo como critério a rotina da casa e a movimentação das pessoas e do cão (imaginando-o já na forma adulta), de modo a não ser necessário efetuar futuras mudanças deste local, o que confunde e desestabiliza o emocional do cão acarretando o stress. Quando menos efetuar mudanças, melhor para eles, por isso, este local deve ser definido, se possível em caráter definitivo, e para haver sucesso nesta escolha, este local não deve atrapalhar a rotina da casa e nem os afazeres domésticos. Para que tenha uma vida saudável e a mais longa possível necessita de qualidade de vida, abrangente a uma boa e equilibrada alimentação e, acima de tudo companhia humana. Deve ser integrado ao ambiente familiar para estar feliz e corresponder a toda expectativa que dele se espera. Se for confinado em canis fica deprimido e tende a desenvolver stress e consequentemente dermatites de fundo emocional. Apesar de não ser dado a corridas, é uma raça que tem uma incrível força de arrasto e, para que não haja problemas com esta força, o melhor é acostumá-lo desde cedo a caminhar com a guia; do contrário, durante toda a vida arrastará seu dono atrás de si, totalmente surdo para as reclamações mais desesperadas.