Falso lançamento do Windows 8
Está circulando pela Internet o boato que a Microsoft deixou vazar uma versão experimental do Windows 8, cujo lançamento está previsto para 2012.
O programa que possui menos de 30Mb nada mais é do que uma interface inovadora para o Windows Vista. Porém, este pacote modifica todas as janelas do sistema alterando o nome da versão do sistema operacional para Windows 8, iludindo muitos usuários.
Além da versão de upgrade, há também a versão completa, com mais de 2Gb, onde o usuário instala desde o princípio o sistema operacional com o nome Windows 8, mas na verdade, o usuário estará instalando o Windows Vista fantasiado de Windows 8.
Como dito acima, o lançamento do Windows 8 está previsto para o ano de 2012, e este poderá vir até mesmo com outro nome, Windows Next. É esperar para ver no vai dar!
Capacete que resfria o cérebro em acidente aumenta chance de sobrevivência
Empresa britânica lançará o produto em maio deste ano, por cerca de R$ 860
A morte de um grande número de motociclistas no trânsito é um dos problemas presentes em todas as grandes cidades. Agora, uma invenção desenvolvida na Universidade de Sussex, na Inglaterra, pretende ajudar a salvar milhares de vidas: um capacete que resfria o cérebro em caso de acidentes, evitando seu inchaço e aumentando as chances de sobrevivência das vítimas. Batizado de ThermaHelm, o produto vem com um dispositivo que atua como um saco de gelo, após um forte impacto.
Ao resfriar o cérebro, o capacete pode reduzir o risco de danos cerebrais permanentes e salvar as vidas dos motociclistas. Por cerca de R$ 860 (299 libras), uma empresa britânica lançará o produto em maio deste ano. O inventor do capacete, Jullian Preston-Powers, diz estar tendo um retorno incrível quanto à sua invenção. “Tivemos uma reação muito boa. As pessoas acharam uma ótima ideia e não creio que ninguém tenha pensado nisso antes. Empresas do mundo inteiro estão batendo em nossa porta para saber quando faremos o lançamento”, disse Powers ao jornal britânico "Daily Mail". O capacete, que levou dois anos para ser desenvolvido no Centro de Inovação de Sussex, contém dois pacotinhos acoplados dentro do capacete. Um deles possui água e o outro nitrato de amônia. Um impacto repentino faz com os dois se misturem e desencadeie uma reação de resfriamento. A ação dura 45 minutos, estabilizando a temperatura do cérebro e ampliando as chances de sobrevivência da vítima.
Uma versão um pouco mais cara do ThermaHelm, de cerca de R$ 1.440 (499 libras), com GPS, bluetooth e câmera, está sendo desenvolvida para chegar ao mercado em julho deste ano.
Aprendizagem e desenvolvimento infantil a partir da perspectiva lúdica
Piaget, Wallon e Vigotsky
Como base da psicomotricidade relacional, o brincar, utilizado como elemento pedagógico para desenvolver a expressividade motriz da criança, é condição para o seu desenvolvimento global, já que ela através do jogo, na representação de papéis, assimila e transforma a realidade.
A criança que brinca tornar-se-á um adulto mais equilibrado física e emocionalmente, suportará muito melhor as pressões e responsabilidades adultas e terá maior criatividade para solucionar os problemas que surgirem.
Os jogos permitem liberdade de ação, pulsão interior, naturalidade, atitude e, consequentemente, prazer raramente encontrados em outras atividades escolares, devendo por isso ser estudados pelos educadores como mais uma alternativa pedagógica a serviço do desenvolvimento integral da criança.
Piaget
Piaget diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Estas não são apenas uma forma para gastar energia, mas meios que contribuem e enriquecem o seu desenvolvimento intelectual.
Para ele, a inteligência é uma forma de adaptação ao meio, neste sentido o jogo serve como mediador entre a criança e o contexto no qual ela está inserida, favorecendo a elaboração e a desenvolvimento de suas estruturas mentais através da assimilação e acomodação necessárias, que foram favorecidas pela representação simbólica por meio da atividade lúdica.
“[...] a inteligência é a adaptação por excelência, o equilíbrio entre a assimilação contínua das coisas à atividade-própria e a acomodação desses esquemas assimiladores aos objetos em si mesmos”. (PIAGET 2003, p. 161).
O desenvolvimento mental dá-se espontaneamente a partir de suas potencialidades e da sua interação com o meio. O processo de desenvolvimento mental é lento, ocorrendo por meio de graduações sucessivas através dos seguintes estágios:
• No período sensório-motor de 0 a 24 meses predomina os comportamentos reflexos passando aos automatizados e depois aos voluntários. É um período de grande exploração do espaço. Conforme Piaget, neste período ocorre os jogos de exercício que se referem à atividade de prazer funcional e não de representação, apenas de imitação;
• O período pré-operatório de 2 a 7 anos é um período de grande criatividade, onde a criança dramatiza seu dia-a-dia, coloca sua fantasia em quase todas as situações reais. Começam os jogos simbólicos que trazem a representação de um objeto ausente ou de simulação funcional;
• No período das operações concretas de 7 a 12 anos a criança está em transição do raciocínio concreto para o abstrato e já domina completamente sua motricidade. É o início dos jogos de regras junto com uma maior socialização da criança;
• No período das operações formais de 12 anos em diante possui interesses individualizados, os brinquedos são escolhidos em função das habilidades, crianças mais “motoras” preferem esportes, e os mais “intelectuais” os jogos estratégicos. Os jogos de regras, que são transmitidos socialmente de criança para criança vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social.
Wallon
Para Wallon, o desenvolvimento infantil segue da fusão do biológico com o social. Assim como Vigotsky, ele acredita que o social é imprescindível. A cultura e a linguagem fornecem ao pensamento os elementos para evoluir, sofisticar.
Wallon propõe estágios de desenvolvimento, assim como Piaget, porém, ele não é adepto da idéia de que a criança cresce de maneira linear. A criança se desenvolve com seus conflitos internos, assim, cada estágio estabelece uma forma específica de interação com o outro, é um desenvolvimento conflituoso. São cinco os estágio propostos:
1) Impulsivo-emocional: que ocorre no primeiro ano de vida. A predominância da afetividade orienta as primeiras reações do bebê às pessoas, às quais intermedeiam sua relação com o mundo físico. Predomínio dos jogos funcionais. A imitação é a regra do jogo, no caso das crianças menores; sendo muito difícil para elas captar a determinação abstrata, utilizam, basicamente, o mundo concreto e real;
2) Sensório-motor e projetivo: que vai até os três anos. A aquisição da marcha e da apreensão, dão à criança maior autonomia na manipulação de objetos e na exploração dos espaços. Também, nesse estágio, ocorre o desenvolvimento da função simbólica e da linguagem. O termo projetivo refere-se ao fato da ação do pensamento precisar dos gestos para se exteriorizar. O ato mental "projeta-se" em atos motores. Jogos de ficção e construção;
3) Personalismo: ocorre dos três aos seis anos. Nesse estágio desenvolve-se a construção da consciência de si mediante as interações sociais, reorientando o interesse das crianças pelas pessoas. Jogos de aquisição;
4) Categorial: onde os progressos intelectuais dirigem o interesse da criança para as coisas, para o conhecimento e conquista do mundo exterior. A partir de então jogos de regras;
5) Predominância funcional: onde ocorre nova definição dos contornos da personalidade, desestruturados devido às modificações corporais resultantes da ação hormonal. Questões pessoais, morais e existenciais são trazidas à tona.
Os jogos infantis estão divididos em:
Jogos puramente funcionais: relacionam-se a uma atividade que busca efeitos: mover os dedos, tocar objetos, produzir ruídos e sons, dobrar os braços ou as pernas. Jogos elementares.
Jogos de ficção: são atividades em que o faz-de-conta, a imitação estão presentes, ou seja, ela usa um brinquedo assumindo papéis de pessoas que estão presentes no seu dia-a-dia (brincar de imitar os pais, o professor ou até mesmo um animal).
Jogos de aquisição: se relacionam com a capacidade de olhar, escutar e realizar esforços para perceber e compreender: perceber e compreender relatos, canções, coisas e seres, imagens.
Jogos de fabricação: resumem-se em agrupar objetos, combiná-lo, modificá-los, transformá-los e criar outros novos.
Wallon afirma que o movimento pode ser técnico ou simbólico, um movimento não é um simples movimento, mas o que este nos parece expressar. Não é a materialidade de um gesto que importa, mas o sistema ao qual pertence o gesto no instante em que se manifesta, para identificar a representação da criança. O símbolo que existe no jogo é suporte de puras combinações intelectuais, consequência do contraste entre uma atividade liberada e as atividades nas quais normalmente se integra, evolui em meio a oposições e se realiza superando-as.
Para ele, aos três anos inicia a crise de oposição e logo a seguir a de imitação, que dura até aos 5 anos. É através da imitação que a criança vive o processo de desenvolvimento que é seguido por fases distintas, no entanto, é a quantidade de atividades lúdicas que proporcionarão o progresso, e diante do resultado, temos a impressão que a criança internalizou por completo o aprendizado, mas, ela só comprova seu progresso através dos detalhes.
Com respeito às regras do jogo, Wallon afirma que geralmente consistem na organização do azar, compensando aquilo que o simples exercício das atitudes poderia ter de excessivamente regular e monótono.
Vigotsky
Para Vigotsky, o desenvolvimento não é simplesmente uma lenta acumulação de mudanças unitárias, e sim um processo complexo, caracterizado pela periodicidade, irregularidade no desenvolvimento de distintas funções, com a inter-relação de fatores internos e externos, ou seja, as aprendizagens incluem aquele que aprende, o que ensina e a relação entre essas pessoas. Assim, Vigotsky propõe as zonas de desenvolvimento, que são:
Nível de Desenvolvimento Real: O que a criança consegue realizar sozinha;
Nível de Desenvolvimento Potencial: O que a criança realiza com a ajuda de um adulto ou colega;
Zona de Desenvolvimento Potencial ou Proximal: a distância entre o desenvolvimento real e o desenvolvimento potencial.
Neste sentido, o desenvolvimento da criança é visto de forma prospectiva, pois a zona de desenvolvimento proximal define aquelas funções que estão em processo de maturação. O uso dos jogos proporciona ambientes desafiadores, capazes de estimular o intelecto, proporcionando a conquista de estágios mais elevados de raciocínio, o que depende principalmente do contexto em que o indivíduo está inserido, pois as brincadeiras são aprendidas no contexto social, tendo o suporte de seus pares e dos adultos.
O jogo surge na criança junto ao nascimento do mundo ilusório e imaginário. E a imaginação, como todas as funções do conhecimento, surge da ação. É no jogo que a criança cria uma situação imaginária, o que não ocorre quando sua atividade é simplesmente exercício. O fato de o jogo criar uma situação imaginária certamente determina o desenvolvimento do pensamento abstrato. Não há situação imaginária que não venha com regras, mas não aquele tipo de regras que se formulam anteriormente e que vão mudando segundo o desenvolvimento do jogo e sim regras que se desprendem da mesma situação imaginária. Não existe jogo sem regras, na própria situação imaginária há certas regras de conduta. O jogo da criança evolui do jogo de regras ocultas ao jogo de regras manifestadas.
Tanto pela criação de situações imaginárias, como pela definição de regras específicas, o jogo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança. No jogo a criança comporta-se de forma mais avançada do que nas atividades da vida real e também aprende a separar objeto e significado, contribuem para a emergência do papel comunicativo da linguagem, aprendizagem das convenções sociais e a aquisição de habilidades sociais.
A essência do jogo é a nova relação que se cria entre o campo do significado e o campo real. Conforme Vigotsky “é no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de uma esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não pelo dos incentivos fornecidos pelos objetos externos”. Escolher o papel que se representará no jogo passa a ser tão importante quanto a própria ação no jogo.
Shih Tzu
História
Acredita-se que a raça é o resultado da cruza de um Pequinês com um Lhasa Apso (podendo haver também outras raças em sua criação, como o Pug) em tempos antigos. De fato, análises de DNA recentes comprovam que é uma das mais antigas raças.
Existe uma lenda que diz que o Shih Tzu é o símbolo do amor impossível entre uma princesa chinesa e um mongol (povo predominante no Tibete). Como o casamento lhes foi negado eles teriam resolvido cruzar um legítimo representante da China (o Pequinês) com um de Lhasa (capital do Tibete), o cão da raça Lhasa-Apso. Da união das raças teria surgido o Shih Tzu.
Aparência
Seu porte altivo é a sua característica principal. A pelagem é comprida e sedosa com um bom sub-pêlo. Sua cabeça é redonda e os olhos bem separados. O focinho é quadrado e curto não possuindo rugas. A altura do Shih Tzu varia entre 20 e 28 cm e seu peso fica normalmente entre 4 e 7,5 kg. O rabo é muito peludo, elevado e encurvado sobre o dorso.
Os Shih Tzus existem em qualquer cor ou mescla de cores, mas é altamente desejado que os exemplares tenham uma marca branca na cabeça. As cores mais comuns são dourado, preto e branco ou branco e marrom. Existem também os tricolores, que são mesclas das 3 cores branco, dourado (marrom) e preto.
A pelagem longa requer escovação diária para livrá-la de nós e tosa adequada.
Temperamento
Os cães da raça Shih Tzu são extremamente dóceis e adoram ficar por perto daqueles que fazem carinho neles. São indicados para áreas de convivência em apartamentos ou áreas similares. Geralmente costumam ser bem educados em relação as necessidades fisiológicas, embora por causa do pêlo longo eles se acostumem com o cheiro das mesmas, considerando-se que devem ser treinados quanto ao local adequado para isso.
Alguns comportamentos observados: Nunca dormem no mesmo local onde fazem suas necessidades, adoram beber água, adoram pisos frios (devido a sua pelagem e origem) e adoram ficar deitados perto do dono ou de alguém que gostam muito. Diferente de outras raças, o Shih Tzu pode ficar sozinho numa boa, é um cão muito independente; pois não late em excesso nem destrói a casa.
O Shih Tzu pode não ser uma das raças mais fáceis para se ensinar truques, porém com paciência e dedicação ele os aprende. Já no cotidiano é um cãozinho muito esperto e que presta atenção em tudo ao seu redor, aprendendo rápido as coisas. É preciso cuidado pra não se deixar enganar pela carinha deles, é com ela que os Shih Tzus conseguem dominar seus donos, fazendo com que estes atendam a todas as suas vontades, saber dizer não e ser firme é necessário.
Menos ativos e agitados que outros cãezinhos do mesmo porte, os Shih Tzus são ideais para aqueles que gostam de ficar acariciando seu animal, haja vista que estes adoram um colo e não ficam se debatendo.
São problemas comuns à raça Shih Tzu: hepáticos, renais, displasia coxofemoral, coprofagia, alergias e oftalmológicos.
Os shih tzus tem expectativa de vida de 15 anos.